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Diretor da Dipães participará do Painel SC Que Dá Certo

Evento será no auditório do IFSC no dia 9 de julho e reúne diretor da Torfresma, Claudimar Bortolin, o CEO da Sollus, Cláudio Frank, e o proprietário da Dipães, Volmir Antonio Meotti.SC que dá Certo encerra a temporada de 2018 com um painel em São Miguel do Oeste, no Oeste Santa Catarina, com três histórias de empreendedores que começaram seus negócios praticamente sem recursos financeiros e atualmente se destacam nos seus segmentos.O diretor da Torfresma, Claudimar Bortolin, o CEO da Sollos, Cláudio Frank, e o proprietário da Dipães, Volmir Antonio Meotti, vão contar a trajetória das empresas, compartilhando desafios para inspirar outros catarinenses.


O evento será no dia 9 de julho, no auditório do IFSC - campus São Miguel do Oeste. A entrada do público será a partir das 18h e o painel inicia às 18h50. A entrada é gratuita, mas é necessário se inscrever neste link.A mediação é do apresentador do NSC Notícias, Fabian Londero, e o público também pode enviar perguntas aos painelistas.A série de painéis já passou este ano por Palhoça, Brusque e São Bento do Sul, Araranguá e Joaçaba e todos os eventos podem ser assistidos na íntegra na página especial do G1 Santa Catarina.


Conheça os Painelistas:

Claudimar Bortolin é diretor da Torfresma, empresa de São Miguel do Oeste que fabrica equipamentos industriais para todo Brasil e diversos países do mundo. Ele é filho de agricultores e foi estudando no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai - que começou a sonhar com a própria empresa. Na época, trabalhava como garçom em troca de comida. Mais tarde, ganhou um carro de presente dos pais e resolveu trocá-lo por um torno. Assim nasceu a Torfresma, cujo nome é a junção entre: tornearia, fresagem e manutenção - as primeiras atividades da empresa.A Torfresma começou com dois colaboradores, sendo que precisavam ir de bicicleta da área industrial, onde foi instalada a primeira sede, até o Centro da cidade para comprar matéria-prima.Em 1997, junto com a Aurora, a empresa desenvolveu uma cadeira ergonômica para frigoríficos, invenção que ajudou a projetar os negócios. Muitas mudanças ocorrera, desde a ampliação na fábrica, do espaço físico, número de funcionários, até mudanças na parte administrativa.Atualmente, oferecem soluções em máquinas e equipamentos para agroindústria e sistemas de automação e robótica, com a constante ampliação de negócios, visando o mercado global. 


O empresário Cláudio Frank é CEO da Sollos, de Princesa, no Oeste catarinense, que fabrica móveis com assinatura de design que são comercializadas em praticamente todo o mundo.O primeiro negócio da família Frank nessa área foi uma madeireira, inaugurada em 1990. Após 10 anos de atividades, os irmãos abriram a primeira fábrica de móveis. Porém, até 2004 fabricavam exclusivamente um conjunto com três peças para sala de jantar que era comercializado em lojas populares.Foi quando a empresa mudou completamente com a chegada do designer Jader Almeida, que assumiu a direção criativa do negócio.Com peças com design agregado, a empresa se reposicionou no mercado e já em 2006 ampliou a unidade fabril, com a inauguração de uma unidade em Chapecó, além de iniciar as exportações para a Europa.Desde então, a unidade fabril já dobrou de tamanho, a empresa conquistou diversas premiações nacionais e internacionais e atualmente tem showrooms em Florianópolis, Recife e Miami, nos Estados Unidos, e os produtos são comercializados em importantes lojas da América do Norte, Europa, Oceania e Ásia.


O empresário Volmir Antônio Meotti abriu e fechou alguns negócios antes de apostar na Dipães, que hoje é uma das mais modernas indústrias de pães do Sul do Brasil. Ele começou sua vida profissional no mercadinho da família, em um bairro de São Miguel do Oeste, e foi no supermercado que ele percebeu que ter uma padaria para ofertar pão quente aos clientes poderia ser um diferencial.Em 2002, comprou as primeiras máquinas, vindas da Itália, para fabricar pães congelados. E durante a crise do trigo, com o preço elevado da farinha, desenvolveu a receita que projetou a empresa: um pão francês com adição de fécula de mandioca, uma inovação da época que chamou a atenção dos consumidores e também dos meios de comunicação.Depois disso, Meotti buscou conhecimento da área na Alemanha e em 2013 inaugurou a fábrica de 35 mil m² de área total, 3 mil m² de setor produtivo e 500m² de setor administrativo. Além disso, investiu em capacitação e estruturação de todas as áreas, desde a produção até as vendas e atualmente produz 400 mil pães por dia, além de dezenas de outros produtos, que são comercializados nos três estados do Sul.
Fonte: Portal G1 SC

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